Como a pessoa ansiosa que sou, posso afirmar uma coisa preocupante sobre mim: Eu sofro antecipadamente em quase todo o tempo. Acreditar que sempre tem um ''mas'' me faz não aproveitar tudo como se fosse o último dia, mas me preocupo de saber que posso nunca mais viver aquilo novamente e não aproveito no final. Acho que autossabotagem é um dom maravilhoso que aprimorei nos últimos tempos. As vezes eu estou certa e uma chuva de problemas caem em cima de mim, mas as vezes não... Sou ridícula e tenho consciência disso.
mei's world
desabafos e tips =)
domingo, 6 de setembro de 2026
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
diálogo
–Minha cabeça fica extremamente melancólica quando eu fico doente.
–Mas finge que eu tô deitada ao seu lado sendo melancolica também
–As vezes eu sinto que o meu "eu" não bate com o eu que sinto...
–Tô entendendo
–Tá mesmo?
–Acho que sim... São tipo coisas separadas, não sei explicar.
–Eu imagino, na minha mente, uma versão utópica de mim, mas não de uma forma positiva, com todas as características e defeitos que eu consigo sentir.
–Então como é utópica?
–Não sei, mas é
–É você no seu 100% de transparência?
–Ah, não acho. Não sou transparente; Não o consigo, já tentei.
–Mas não é uma versao utópica, uma versao que sente com o corpo e com a mente.
–É uma utopia inversa, não sei se existe.
–Pode vir a existir agora
–Mas, eu me idealizo de uma forma tão negativa que quando eu comparo a mim, me assusta; Fere, e eu começo a chorar. Porque não consigo me ver, nem nos espelhos, nem nos meus próprios rastros. Fico tão obcecada em me procurar que acabo esquecendo de mim.
–E só consegue ver a forma que você idealizou?
–Sim; Me cega. E quando eu percebo que eu esqueço do sentido do eu, me entristeço ainda mais. Muito mais do que quando estava triste porque procurava e não me achava. É um ciclo, não sei se acaba.
–Acho que acaba. Mas é relativo a forma que acaba para cada um. É um grande show de autoconhecimento; de saber quem você é.
–Espero que acabe, não sei quando começou. Quero me ver.
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
monólogo
"Sinto um vazio. Um vazio que me destroça e envenena todas as partes do meu interior. Esse vazio confunde, bagunça e me deixa em dúvidas; por que me sinto tão vazia se sou tão cheia? Tenho gostos, respostas e desejos, mas ainda sim estou condenada a esse silêncio que me resta e tortura todos os dias."
quinta-feira, 30 de julho de 2026
'' Acho que o amor é uma das coisas mais difíceis de explicar; A sociedade nos faz confundir o amor com a paixão, mas para amar não necessita da paixão, só de coragem. Amar é doloroso e composto de sacrifícios; mas ao mesmo tempo é tão puro que poucos vivem tal experiência. O amor é intimo, diferente mas igual, porque não importa como ele aparece, sempre vai trazer a sensação reconfortante do que falta. Que fique claro, não falo apenas de relacionamentos amorosos, porque o amor habita em qualquer lugar; nos carinhos, cuidados, espinhos e em tudo que sente. Até os loucos amam, dos prejudicados até os psicóticos... Porque o amor existe em tudo que vive, sendo ele problemático ou não. O amor só acaba quando o medo de viver o ataca por completo. ''
monólogo
Como a pessoa ansiosa que sou, posso afirmar uma coisa preocupante sobre mim: Eu sofro antecipadamente em quase todo o tempo. Acreditar que...
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