quinta-feira, 30 de julho de 2026

monólogo

''Desde pequena eu fui acostumada a crer. E crescendo nesse cenário observo um padrão de perspectiva: muitas pessoas veem a fé como algo ruim, utópico e irreal, mas a fé vai muito além da religião.
''Fé'', a certeza daquilo que não se vê é aplicada tantas vezes no cotidiano que perdemos o consentimento da sua existência... Mas a realidade é que a fé pode surgir em vários caminhos: Quando as portas fecham e uma tempestade surge, temos duas opções; aceitar o destino ou procurar uma saída. No conto de Alice, mesmo perdida e confusa, ela sabe que precisa encontrar o que procura, mesmo sem saber o que é. Cresce e diminui inúmeras vezes, tentando se encaixar, até que finalmente se cabe, e assim se vai; A fé também é vocação, é ter a certeza de um propósito mesmo sem o conhecer, e persistir até que ocorra. No final, a fé é a necessidade de não desistir, seguir o presente sem saber o futuro. Não acho que a fé seja uma fantasia, para mim ela é mais viva que muitas pessoas... A fé é apenas a esperança com seus olhos vendados. ''

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